sexta-feira, 29 de abril de 2016

Capitão América - Guerra Civil

*NÃO CONTÉM SPOILERS*

Poster Oficial Capitão América - Guerra Civil
Ontem foi dia de ida ao cinema para ver o Capitão América: Guerra Civil, da Marvel. Eu sei que este tipo de filme à partida não teria nada a ver comigo, mas por algum motivo estranho tenho adorado cada um deles.

Antes demais começo por dizer que saí do cinema traumatizada. Claro que eu já sabia pelo menos parte da história e quando se fala em guerra civil fica-se com a ideia geral da coisa. Pois nada disto me preparou para o que vi. Uma coisa era saber que iriam lutar entre eles, outra foi ver a dimensão a que a luta chegou. Mas ora então vamos lá dividir isto por partes sem revelar nenhum detalhe da história:

Bilhete de Cinema
Bilhete do Filme
Argumento: Acho que a Marvel estava com vontade de fazer algo grandioso, mas na minha opinião falhou redondamente e este deve ser o argumento mais fraco até agora. Tem grandes inconsistências, tem reações absurdas, tem vilões que até nos esquecemos deles durante metade da história e acima de tudo, tem personagens a mais. Quiseram incluir toda a gente para tentar agradar gregos e troianos e alguns caiem ali de paraquedas sem motivação alguma.

Diálogo: Extremamente bem escrito. É sem dúvida um dos pontos fortes do filme. Pode não ter a genialidade de Joss Whedon como nos Vingadores mas anda muito perto disso.

Realização: Para mim não foi das melhores. Eu sei que sou muito chata com realizadores, mas os irmãos Russo sempre me pareceram competentes na ideia mas desleixados na execução.

Personagens e interpretações: Como já referi há ali gente a mais e numa tentativa de incluir tudo muitas das personagens são esquecidas em prol de outras. Nunca fui fã do Steve Rogers e do seu Captain America, mas acredito que parte da culpa seja do ator, acho que o Chris Evans apesar de ter o corpinho ideal para a personagem, não tem jeitinho nenhum para a representação, que até aqui não tem sido problemático, mas desta vez não soube dar a profundidade necessária à atuação. Ao contrario dele, para mim este filme fez o Robert Downey Jr. merecer cada milhão que ganhou na Marvel até agora apesar de vermos o Iron Man tomar posições estranhas e mais uma vez, reagir da pior forma possível quando é confrontado com os problemas. Nada de novo. Depois temos um Winter Soldier e uma Black Widow iguais a si mesmos, apesar da dualidade das personagens, o que não é de todo mau; acredito que o Sebastian Stan poderia ter sido melhor aproveitado porque tem capacidade para isso. Vou incluir o Falcon e o War Machine no mesmo saco, porque são duas personagens que andam ali por ver os melhores amigos andarem também e... tirando uma ou outra cena não passa muito disto. Temos depois o Vision e a Scarlet Witch que já conhecíamos dos Vingadores e apesar da Wanda ter alguma relevância nos acontecimentos do filme, foram passados para segundo plano, sem grande desenvolvimento de nenhum dos dois. As novas chegadas foram o Black Panther e o Spider Man, ambos com boas introduções, embora o último tenha tido muito pouco tempo de ecrã (que no entanto chegou para convencer). Quem não convenceu em nada foi o Hawkeye e o Ant-Man; eu adoro os dois senhores, mas parece que os meteram na história à pressão para cumprir contratos e não há uma razão plausível para nenhum dos dois estar ali. E quem é que me falta? Ah, é verdade, o Zemo, o vilão da história... mas de quem rapidamente esquecemos. Para mim foi de todos os vilões da Marvel até ao momento o mais fraco de todos, com uma motivação muito dúbia, sem grande convicção, uma grande falta de desenvolvimento e uma das grandes falhas no argumento.

Posto tudo isto (e devo-me ter esquecido de metade), sei que pode parecer estranho mas... até gostei do filme. Não é de todo dos meus favoritos mas parece ter vindo mudar tudo dentro do grupo mais uma vez.

Conclusão: Não sei... continuo meia em choque e traumatizada. Vou fazer compras que pode ser que passe!

Já viram o filme? O que é que acharam?

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Mel - Um superalimento

Mel de rosmaninho, mistura de flores e urze
Mel Serra de Portel, Mel Granja San Francisco, Mel Serra do Caramulo
Uma das coisas que nunca pode cá faltar em casa é mel. Nos últimos tempos substitui quase todo o açúcar refinado por outros ingredientes, que apesar de serem tão doces e calóricos como o açúcar são ricos em vários nutrientes que este não tem. Um desses substitutos foi o mel.

O mel é dos alimentos com utilização mais antiga do mundo. Apesar de não haver uma data concreta para o inicio do seu uso, existem registos arqueológicos da existência de abelhas idênticas às atuais há mais de 40 milhões de anos e gravuras rupestres do mesolítico com 8000 anos da colheita de mel. Já os registos históricos da sua utilização começam com sumérios logo em 3000 a.C. na antiga Mesopotâmia, tendo estado quase sempre presente ao longo da história depois disso. Fim da aula de arqueologia.

Ora o que é que torna o mel num alimento tão importante e apreciado? Para começar é naturalmente doce, mas além disso é bastante rico em cálcio, ferro, potássio, fósforo, zinco, magnésio, vitaminas A, B,C e E, é um antibiótico natural, com propriedades anti-oxidantes, anti-sépticas, anti-inflamatórias, diuréticas, digestivas, expetorantes e calmantes. Já chega, certo? Resumindo: desde que não tenham diabetes, isto deve fazer bem a tudo.

Existem vários tipos de mel e derivados, feitos à base de plantas e flores. Os meus favoritos são os da Apimel, mas esses ficam para outro dia. Neste momento tenho cá em casa três tipo diferentes:

Mel da Serra do Caramulo: destes três é o meu favorito porque é feito principalmente à base de urze, que o torna mais forte, menos doce, com uma espessura mais consistente. É perfeito para adoçar o chá. Por norma o aspeto é mais escuro do que outros meles (ou méis!) florais. Compra-se em supermercados, frutarias, até já o tenho visto em farmácias. 1Kg anda por volta dos 6-7€

Mel da Serra de Portel: É um mel alentejano, de rosmaninho, mais doce, um pouco menos forte e menos consistente do que o de urze. Para mim é o ideal para adoçar os sumos e batidos porque mesmo em líquidos frios desfaz-se com muita facilidade. Vende-se em supermercados, e existe uma grande variedade de formatos até mesmo com o casulo da abelha dentro. Este simples existe em frascos de 270, 480 e 985grs. O preço do de 985grs. ronda os 7€.

Mel Granja San Francisco: É um mel espanhol, de uma mistura de flores, embora não especifique quais. É extremamente doce e liquido. E capaz de ser o mel com mais publicidade no mercado no entanto não me seduz muito, é bom para barrar no pão. Vende-se em quase todos os supermercados tem vários formatos. O de 1kg varia entre os 7-10€ dependendo do sítio.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Champôs L'Oréal Pure Resource e Sensi Balance

Sorbitwin e Citramine
L'Oreal Profissionnel Sensi Balance e Pure Resource
O meu cabelo é daquelas coisas irritantes incapazes de decidirem o que querem, ou como eu costumo dizer, sofre de bipolaridade. É extremamente oleoso na raiz mas depois é seco nas pontas. Problema: os champôs para cabelos oleosos fazem-me imensa caspa e acaba por agredir o couro cabeludo, mas quando digo agredir não falo de caspa, é bem pior do que isso, chego mesmo a criar crostas. E agora? Que tipo de champô é que isto merece? Bem, o meu cabeleireiro lá resolveu pelo menos parte do dilema e aconselhou-me a alternar entre dois da L'Oréal Professionnel, série Expert o Pure Resource Citramine para o cabelo oleoso e o Sensi Balance Sorbitwin para o couro cabeludo, que deixaria o cabelo mais macio.

O Pure Resourece Citramine é um champô purificante para cabelos normais e oleosos, à base de água purificada, com Vitamina E antioxidante e um agente anti calcário (sim, estamos a falar de cabelo, não é da máquina de lavar!). Seria suposto livrar o cabelo de resíduos, dar brilho e leveza. Resulta? Pois... mais ou menos. Se usar um champô normal tenho de lavar a cabeça dia sim-dia não, com este aguenta no máximo durante três dias mas depois disso começo a ficar com cabelo à Professor Snape. E tenho mesmo de o lavar outra vez. Para mim este champô tem duas desvantagens: a durabilidade do efeito é mais curta do que o desejável, já que não convém lavar duas vezes seguidas com ele porque agride o couro cabeludo; e o cheiro... bem... o cheiro... não é pestilento, mas também não é muito agradável.

O Sensi Balance Sorbitwin é um champô suavizante, dermo protetor para apaziguar o couro cabeludo, à base de um derivado de sorbitol e Vitamina PP que hidrata o cabelo. E este sim, para mim cumpre bem a sua função; quando uso não se vê ponta de caspa e nota-se bem a hidratação do cabelo. Já o cheiro deste é bem melhor e suave. Único problema: ao fim do dia seguinte o cabelo já começa a ter um ar oleoso.

Ambos os champôs são vendidos em quase todos os cabeleireiros e em vários sites. Existem em 3 formatos diferentes: de 250ml, 500ml e 1,5l. Eu uso uso os de 250ml, foram comprados à mais de meio ano e como podem ver ainda têm bastante. Como têm validade apenas de 12 meses depois de aberto, no meu caso não convém comprar com mais quantidade. O preço ronda os 8-9€ dependendo do sítio, mas não foge muito disto, pelo menos que eu saiba. 

Já alguma vez usaram?

sábado, 23 de abril de 2016

The Hollow Crown - 400º Aniversário da morte de William Shakespeare

Serie BBC
The Hollow Crown


Como se comemora hoje o 400º aniversário da morte de William Shakespeare achei que era adequado falar de uma das minhas séries favoritas até à data: The Hollow Crown, a adaptação televisiva da Henriad de Shakespeare, feita pela BBC.

Para quem não conhece, a Henriad foram as peças de teatro de Shakespeare que mostraram a situação política de Inglaterra desde Richard II até Henry V que nesta série foram adaptadas por Neal Street para a BCC numa mini-série, que são no fundo quatro filmes, Richard II, Henry IV, parte 1 e parte 2 e Henry V, podendo até ser vistos de forma independente uns dos outros.

Não vou entrar aqui em grandes explicações sobre a história, e num pequeno sumário posso dizer que a série começa com Richard II a mediar a disputa entre Thomas Mowbray e Henry Bolingbroke que leva à deposição do rei e à usurpação do trono por Henry, que se torna a figura central de Henry IV, cuja primeira parte é dedicada ao problemático filho Hal e às suas... digamos que más companhias e a uma rebelião pelos inimigos de Hal. A temática mantem-se na Parte 2 já com o final da rebelião e com a preocupação de Henry IV, cuja saúde se vai agravando, em separar o filho das más influencias antes deste assumir o trono. Com a morte do rei, Hal torna-se Henry V e começa a ser persuadido a reivindicar o trono de França que leva à batalha de Agincourt, ganha pelos ingleses. Henry V acaba por casar com a filha do rei de França, Catherine de Valois e a história termina com a morte de Henry.

Serie BBC
The Hollow Crown: Richard II, Henry IV e Henry V


Admito que não sou grande adoradora das obras de Shakespeare, ora então o que é que me terá levado a gostar tanto desta série? Um senhor chamado Tom Hiddleston que por acaso é o ator que faz o meu querido Henry V. A sério, não me façam começar a falar dele ou ficamos aqui até amanhã. Adoro a criatura e pronto. No entanto toda a serie está repleta de nomes bastante conhecidos como Jeremy Irons, Ben Wishaw, Patrick Stewart, Simon Russel Beale, John Hurt, Julie Walters, Ian Glen e Michelle Dockery.

Comprei esta coisinha interessante num dos últimos dias da já extinta HMV de Oxford Street em Londres. E como estavam a saldar tudo, foi ao preço da chuva, pela box. 

Já conheciam? Que acham?

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Bolachas Annas Original

Sabor a Laranja
Annas Original
Se há coisa que não consigo passar é sem bolachas. Ultimamente tenho tentado reduzir as de creme e chocolate (Eu um dia hei de voltar a comer Fingers como se não houvesse amanhã! Mas adiante!) e desde então as Annas têm sido presença mais ou menos constante no armário, juntamente com as do pequeno almoço. Mas estas prefiro ao lanche. 5 bolachas com uma peça de fruta ou um iogurte, chá quando está mais frio ou um batido no verão. 

Annas é uma marca sueca que remonta a 1929 que começou com as duas irmãs Anna e Emma Karlsson e pertence atualmente à Lotus, tendo mesmo selo de aprovação do Rei da Suécia. Existem vários sabores como gengibre, laranja, amêndoa e cappuccino e se entrarem no site podem ver algumas sugestões de receitas com a bolacha. Sem surpresas, as minhas favoritas são as de gengibre, adoro o sabor, é como comer bolacha torrada com picante. Já o resto da família prefere as de laranja, mas eu por norma não sou fã de nada com laranja, se bem que as bolachas até se comem. As de amêndoa confesso que não gosto porque detesto amêndoa e as de cappuccino são ótimas mas por aqui é mais difícil encontrar do que as restantes.

Cada bolacha tem 21kcal e isto pode parecer pouco mas tendo em conta que são muito finas é fácil comer umas 10 de uma vez. Encontram-se em quase todos os supermercados em pacotes de 150g e custam à volta de 1,80€.

 Nota: A embalagem da foto é das bolachas de laranja. A caixa das de gengibre é vermelha mas não pensei que ia fazer um post sobre elas e foi para a reciclagem quando abri o pacote. 

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Compras de segunda-feira

A segunda-feira foi dia de compras para a casa, entre elas as de alguns produtos básicos de uso diário. Uns já uso há algum tempo, outros foram estreia.

O gel de banho de leite de baunilha da Le Petit Marseillais não é o favorito, mas já é um velho conhecido que deixa a pele muito suave tem um cheirinho bom à baunilha que é capaz de se manter durante horas no corpo. Motivo da compra hoje: estava a 2,59€ no minipreço. Aproveitei.

O Dove Body Lotion é outro que uso há vários anos. E adoro! Confesso que tenho uma panca com leites/loções de corpo e uma coleção mais extensa do que é considerado normal. Mas gosto de os usar, é quase tão importante como o próprio gel de banho, porque é o que uso para manter a pele hidratada no dia a dia e alguns deles são quase substitutos do perfume (não é o caso deste).

Primeira estreia do dia foi o Desodorizante Nivea Invisible. Normalmente uso o Fresh Natural mas como 95% da minha roupa é preta estava com curiosidade de experimentar a ver se a história de não deixar manchas é verdade ou não passa de mais publicidade enganosa.

E a outra estreia foi a água micelar Bioten que desconheço por completo mas que diz ser 100% natural, própria para peles secas ou sensíveis. A minha pela é mista, tem alguma tendência para oleosidade na zona T, mas ultimamente anda a secar mais do que o habitual em certas zonas, por isso resolvi experimentar. Melhor de tudo, estava em promoção a 1,99€ na Clarel.

Usam algum destes produtos? Estou com imensa curiosidade sobre a agua micelar porque não conheço a marca. Depois venho contar o que achei.

domingo, 17 de abril de 2016

Chewable Vitamin C da Boots

Vitamina C da Boots Pharmaceuticals
Boots Chewable Vitamin C
Descobri as pastilhas Chewable Vitamin C da Boots Pharmaceuticals por acaso, numa vez que fui a Londres em Dezembro de 2013 para ir a uma peça de teatro e no dia D acordo com febre e qualquer coisa tipo inicio de gripe. Não podia ser! Não no dia mais importante do meu ano! Lá vou eu a correr a uma farmácia e implorei por qualquer coisa que me fizesse pelo menos sobreviver até esse dia à noite. A senhora muito simpática, aconselhou-me o Nurofen (lá existe um especifico para gripes e constipações) e... estas vitaminas. A que eu torci o nariz! E muito provavelmente pela mesma razão porque estava doente. Vitamina C... sabor a laranja. Lá vinha a maldita da laranja que eu tanto detesto e que tanta falta faz a prevenir as gripes! Mas ir ver peça de teatro e o senhor que a protagonizava era mais importante que tudo isso, ou seja, esqueci o ódio à laranja e trouxe as vitaminas. Tomei logo uma assim que saí da Boots e fui tomando os comprimidos ao longo do dia. O que é certo é que às 7 da tarde estava à porta do teatro como nova. Claro que me convenci que foi dos comprimidos, esqueci as pastilhas e não me voltei a lembrar delas até as tirar da mala já em Portugal.
Quinze dias depois novamente com sintomas de gripe e a minha mãe tanto chateou que não tomo vitamina C que lá comecei a tomar as pastilhas todos os dias. E passei o resto do Inverno sem problema nenhum. No ano seguinte comecei a tomar logo em Setembro parece que a coisa resulta porque tenho tomado quase todos os dias até agora e não voltei a ter nada (até este ano, mas parei de as tomar em Março e há 2 semanas atrás estive de cama).

São pastilhas de chupar que para quem goste de laranja acredito que até seja ótimo, eu continuo a não gostar, mas habituei-me ao sabor. Fabricadas pela Boots Pharmaceuticals, são 1000mg de Vitamina C, sem corantes, sem conservantes, sem gluten e sem lactose. Sabor à maldita da laranja, toma-se 1 por dia e é otimo para o sistema imunitário. Melhor de tudo é que são muito baratas em comparação às vitaminas que temos em Portugal. Existe frascos de 60 ou de 180 pastilhas e o preço é de 6£ o de 60 e 12,25£ o de 180, mais 10£ de portes.

sábado, 16 de abril de 2016

Classique da Jean Paul Gaultier - o meu perfume favorito

Perfume Classique Eau de Toilette Jean Paul Gaultier
Classique, Jean Paul Gaultier
Eu sou daquelas pessoas que em relação a alguns produtos mantenho-me fiel durante anos. Há décadas que uso a mesma pasta de dentes, que uso o mesmo creme hidratante, que como a mesma marca de iogurtes, etc, etc. Ora relativamente ao perfume tenho uma enorme coleção, até porque nem todos se adaptam à mesma época do ano e gosto sempre de experimentar coisas novas, apesar de regressar sempre aos favoritos. E o Classique da Jean Paul Gaultier é o meu perfume. Não importa a altura do ano, quando a ocasião é mais importante é o perfume que uso desde os 13 ou 14 anos, variando apenas entre o Eau de Parfum e o Eau de Toilette, mas estranhamente prefiro o segundo, não é tão intenso.

O Classique é o típico perfume forte e doce que eu adoro, principalmente no tempo mais frio, na fragrância destacam-se a baunilha, o gengibre e a flor de laranjeira. Além disso é impossível não mencionar a embalagem ousada, mas com o toque clássico no detalhe do corpete na parte de trás do frasco. Acho que é a combinação perfeita de perfume/embalagem.

O Classique existe por cá em três formatos diferentes – pelo menos que eu conheça: O de 20ml, 50ml e 100ml. Atenção ao tamanho que escolhem e onde o colocam porque é um frasco que não tem tampa, se usam pouco o cheiro pode alterar mais rápido que os outros, por isso eu mantenho-o na lata que vinha numa das edições. Apesar de não ser dos perfumes mais caros, também não é de todo um perfume acessível. O frasco maior ronda os 100€ nas perfumarias quando não está em promoção, mas também se consegue encontrar quase a metade disso em lojas online. Recentemente encontrei-o a 55€ na Fapex mas nunca comprei nada por lá. É fiável? Já alguém experimentou? 

E do perfume? Que acham?

sexta-feira, 15 de abril de 2016

The Vampire Armand de Anne Rice - O livro da minha vida

Livro The Vampire Armand de Anne Rice
The Vampire Armand by Anne Rice
Decidi que o primeiro livro de que falaria aqui no blog seria o meu favorito, por isso nem hesitei na escolha. The Vampire Armand da Anne Rice.

Antes demais começo por explicar que sou daquelas pessoas irritantemente chatas que se recusam a ler traduções a menos que não haja qualquer alternativa. Acho que quando um escritor escolhe determinada palavra, termo, expressão ou pontuação tem um motivo para isso e muitas vezes esse motivo perde-se com a tradução. E infelizmente o que não falta no mercado são traduções mal feitas. Por isso tento sempre encontrar as versões originais, desde que sejam numa língua que compreenda minimamente (Um dia vou contar aqui o meu drama com os clássicos italianos).

Ora sem surpresas a minha versão do Vampire Armand é em inglês e muito usadinho, porque foi comprado em 2007, lido em meia dúzia de dias e relido até à exaustão pelo menos duas vezes por ano depois disso. Segundo a senhora minha mãe, já tinha obrigação de saber cada palavra de cor. É uma exagerada!

Para quem não sabe, Anne Rice é uma escritora americana que se dedica principalmente a temas sobrenaturais de vampiros, bruxas, lobisomens, mas não só; tem também obras dedicadas ao cristianismo e até mesmo contos eróticos. The Vampire Armand faz parte da coleção The Vampire Chronicles, à qual pertence o famoso The Interview with the Vampire (pelo menos já todos terão visto o filme... Brad Pitt... Tom Cruise... Antonio Banderas...).

Se há uma coisa que eu adoro sobre as obras da Anne Rice é que apesar de terem personagens principais que são vampiros, numa grande parte dos livros esse detalhe torna-se quase secundário, é só um pretexto para as personagens viverem várias épocas diferentes da História. E o nosso The Vampire Armand é mais um destes casos. Começa por mostrar o papel de Armand no meio dos outros vampiros das crónicas e a sua relação com o famoso Lestat, mas rapidamente se desvia para contar a sua história pessoal: de um menino russo do século XV, pintor de figuras religiosas que é levado por uma rede de traficantes para ser usado como escravo sexual e acaba por ser comprado por Marius, um vampiro da época do Império Romano que vive em Veneza como pintor conceituado e introduz Armand (na época chamado Amadeo) ao luxo veneziano da época, à extravagante Bianca Solderini e que o educa em todos os aspetos da vida, talvez numa preparação para a imortalidade. E aqui temos uma descrição fantástica do Renascimento italiano – um dos meus grandes fascínios e provavelmente o motivo maior para a minha adoração por este livro. O detalhe da escrita, da descrição é o mais pormenorizado possível e leva-nos desde os grandes salões de baile, aos becos imundos, com referências a figuras históricas que tão bem conhecemos.
Mais tarde, já tornado vampiro e com o nome que mantém até à atualidade Armand torna-se líder do Théâtre des Vampires em Paris com mais uma fascinante descrição da boémia e dos aspetos mais decadentes da cidade no século XIX, que espelham a própria decadência de Armand quando encontra Lestat e Louis pela primeira vez, sem saber que viriam a mudar por completo o seu rumo.

Claro que eu podia ficar aqui eternamente a falar do livro, mas penso que isto é o suficiente para aguçar um bocadinho a curiosidade de quem ainda não o leu. Como já mencionei, foi comprado há quase 10 anos, na Fnac e terá custado uns 6-8€ (livro de bolso), já não me lembro bem. Penso que facilmente se encontra à venda. E sei que existe a tradução portuguesa da Europa-América.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Lindt Caramel & Brownie

Chocolate Suiço da Lindt
Lindt Caramel & Brownie
Quero começar este post com uma informação extremamente importante, principalmente para aqueles que, de alguma forma lidam comigo. A minha vida gira em torno de duas coisas: água e chocolate. Sobre a água irei falar outro dia, hoje a minha atenção é completamente direcionada ao chocolate. A minha vida sem chocolate não faria sentido e apesar de ser uma das minhas grandes paixões, nem todo o chocolate me agrada e as minhas preferências vão variando por fases. Nem sempre apetece o mesmo tipo de chocolate, uns dias apetece algo mais doce, outros apetece algo mais amargo, até mesmo preto, outros ainda apetece chocolate com algum tipo de mistura, seja ela qual for, tipo amêndoas, caramelo, morango, etc; e há ainda os dias em que qualquer coisa serve desde que não o ache intragável. (Dica: Estes são aqueles dias complicados em que o melhor é nem
falar comigo e manter a distancia de segurança enquanto me atiram chocolate).

Ora ultimamente ando em fase de chocolate com caramelo. E quando isto acontece a minha salvação varia entre três ou quatro opções: Twix ou Mars que todos tão bem conhecemos, o Galaxy de Caramelo que infelizmente não se vende em Portugal exceto em algumas lojas de produtos importados (pelo menos que eu saiba, mas se conhecerem por favor avisem ;) ) e sobre o qual um dia farei um longo post porque é o meu chocolate favorito; e finalmente, o Lindt Caramel & Brownie, que é do que vim falar hoje (porque é o que de momento tenho em casa).
A Lindt & Sprüngli, ou apenas Lindt é uma marca Suíça bastante conhecida que começou em 1845, ora ao fim de mais de 170 anos a fazer chocolate... digamos que, na minha modesta opinião, estes senhores sabem bem o que andam a fazer. Este chocolate para mim é quase perfeito com chocolate de leite sem ser exageradamente doce como outras marcas suíças, tem um recheio fofo de brownie misturado com bolacha crocante que para mim é o que mais o diferencia e acaba com uma camada de caramelo com a espessura perfeita, não demasiadamente liquido nem suficientemente duro a ponto de colar nos dentes. Já mencionei a bolacha crocante? É que é mesmo bom!

Ao contrário do que seria de esperar não é nenhuma bomba calórica acima do habitual, 100g tem 549kcal,exatamente o mesmo que uma simples tablete de chocolate de leite de qualquer marca que há pelo mercado.
Por cá não tenho a certeza quais os formatos em que é vendido, sei que existe a tablete de 100g e os sticks de 39g em alguns hipermercados e em lojas de chocolates. O preço das tabletes anda por volta dos 2,30€.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Eight Hour Cream Skin Protectant

Creme Skin Protectant Elizabeth Arden
Elizabeth Arden Eight Hour Cream

Se me pedirem para eleger o meu produto favorito, o Eight Hour Cream vem em segundo lugar logo depois da água e é, para mim, quase tão essencial. Não o considero um produto de beleza mas sim de cuidado diário que me serve para tudo.

A marca Elizabeth Arden não precisa de grande introdução, é mundialmente conhecida e respeitada pela qualidade que tem há décadas. E a gama Eight Hour é muito completa, com cremes para rosto, lábios, mãos e corpo, com ou sem cheiro, com ou sem protetor solar.

Pessoalmente, o meu favorito é o Skin Protectant, um balsamo reparador que uso numa longa lista de situações: pele estragada, gretada, pele seca, borbulhas, vermelhidão, frieiras, após a depilação, até mesmo algumas alergias e queimaduras. Qualquer coisa que me apareça na pele é logo o que uso, uns minutos depois notam-se visíveis melhoras e umas horas depois quase tudo desaparece. Quando não faz efeito o melhor é correr para o médico porque é grave. Costumo dizer aqui por casa que quando morrer quero que me besuntem o corpo inteiro neste creme e me deixem estar assim durante 24horas. Estou convencida que até ressuscita mortos, mas nunca ninguém se lembrou de experimentar.

Mas como nem tudo são rosas, este creme específico tem um pequeno inconveniente. O cheiro. Não é nada de repugnante a ponto de se perder a vontade de usar, mas também podia ser um bocadinho melhor a meu ver e sei que existe também o mesmo creme sem cheiro mas nunca experimentei

Ultimamente não tem sido muito fácil de encontrar pelo menos onde vivo e informaram-se que na Perfumes&Companhia, onde sempre o tinha comprado até agora, só é possível mediante encomenda mas o preço ronda os 30-35€/50ml em lojas físicas, embora se encontre bem mais barato em lojas online.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Chá Twinings Lemon & Ginger

Twinings Lemon & Ginger

Viciada em chá como sou, certamente que este seria um dos meus primeiros posts. Todos os dias a minha manhã começa com uma enorme chávena de chá, que vou variando diariamente para não enjoar, mas sem dúvida que o Twinings de gengibre e limão é o meu favorito, adoçado com uma colher de mel, geralmente de urze (a minha fixação com o mel fica para um outro post). Não há nada como acordar e tomar algo quente com aquele trago picante do gengibre e o sabor suave do limão.

A Twinings é uma marca Inglesa com mais de 300 anos de história, que começou como uma casa de chá em Londres em 1706 e mais tarde avançou para a comercialização do produto, tendo ganho a aprovação real que mantém até hoje
.
E o melhor de tudo é que é extremamente saudável. Não contém cafeína como os chás aromatizados e o gengibre está indicado para um sem-fim de problemas: funciona como um anti-coagulante natural que ajuda a circulação sanguínea, está indicado para problemas digestivos, reduz os enjoos, a febre, as dores menstruais, as dores de garganta, rouquidão e regula o colesterol.

Os invernos para mim são sempre complicados por causa da garganta, fico muitas vezes rouca e com dores. O que é certo é isso diminuiu imenso desde que troquei os sumos de fruta pelo chá logo de manhã e quando sinto algum principio de dor ou rouquidão ataco com o chá de gengibre. Até agora tem resultado bem e este inverno não tive problema.

Não se encontra facilmente nos supermercados mais pequenos mas penso que todos os hipermercados o vendem. O preço é um pouco superior às marcas a que estamos mais habituados, ronda os 4-5€ dependendo do sítio, mas tem a vantagem de trazer 25 saquetas

Chegada ao Blog

Olá pessoas.

Esta chegada demorou mais do que é normal. E porque? Porque ao longo de anos que tenho adiado e adiado e adiado. Mas foi hoje. Porque não?

Devem estar a perguntar quem sou.
Para todos os efeitos aqui serei a Lilium. Quase 30 anos. Do Litoral Centro. E com mais tempo disponível do seria esperado.

E o que é que vão encontrar por aqui?
Tal como diz o nome do blog este é quase um registo do meu dolce far niente, ou seja, daquilo que faço por lazer. Não é um blog exclusivo de moda ou de cozinha ou de cosmética ou de literatura ou de cinema ou de tecnologia ou de viagens ou de qualquer um dos meus hobbies, mas sim sobre todos eles.
Serão sempre opiniões pessoais, mas adoro pesquisar sobre as coisas que gosto, por isso tento sempre ter algum grau de correção naquilo que vou dizendo. E mesmo assim sai uma ou outra parvoice, mas os comentários estão aqui para todos possam dar opiniões, ideias, sugestões, reclamações ou até só para dizer olá.

Espero que gostem do blog e que participem nele :)