sábado, 29 de outubro de 2016

Meritene da Nestlé


Olá meus amores!

Hoje vou falar de um produto que até há pouco tempo desconhecia por completo. Esta semana foram-me enviadas duas amostras de Meritene da Nestlé. Uma de morango e outra de café decafeinado
. Esta de morango chegou primeiro e apesar do envelope vir devidamente fechado a saqueta estava a verter algum do pó, o que só por aí retirou logo um ponto a favor.

Mas vamos ao mais importante, o que é este Meritene? Segundo a própria marca é um suplemento alimentar rico em proteínas, que ajuda no desenvolvimento de massa muscular; Vitaminas B2, B6 e B12, para redução de cansaço e fadiga, Vitamina D e Cálcio que ajuda a manutenção de ossos saudáveis e Vitamina A, C e Selénio para o bom funcionamento do sistema imunitário. Além disso não tem glúten ou adição de açúcares além dos naturalmente presentes. Tudo isto torna-o ideal para seniores que muitas vezes têm dificuldade em manter os níveis de vitaminas e cálcio nos valores desejados. 



Sobre o suplemento em si é um pó que vêm em saquetas para misturar em 200ml de leite ou água frios até dissolver por completo.
Ainda só experimentei a saqueta com sabor a morango e a verdade é que não impressionou em nada. Como nunca fui fã de leite fiz com água, mas mesmo assim tem um sabor intenso a leite que achei um pouco artificial, além do sabor a morango pouco forte. Como não tem açúcar adicionado, a doçura é pouca, embora para mim seja suficiente. A meu ver tem demasiado sabor a leite e pouco à fruta, o que mais uma vez lhe retirou pontos, embora acredito que isto agrade à maioria da população. Em relação à consistência faz lembrar aqueles iogurtes totalmente líquidos, ou seja, pouco ou nada espesso.
Pessoalmente depois de o experimentar não o compraria, devido ao forte sabor a leite que para mim o torna enjoativo, embora isto seja uma questão de gostos. Acredito que para muita gente seria o sabor ideal.

As amostras trazem ainda um desdobrável que achei extremamente completo, a salientar a importância da alimentação saudável, com dicas, recomendações e informações sobre os alimentos ricos em proteínas, vitamina D e cálcio, que para nós assíduos utilizadores de internet pode parecer uma informação básica, mas que para pessoas mais velhas, provavelmente se torna bastante útil.

O Meritene é vendido nas farmácias em embalagens de 15 saquetas, disponível em 4 sabores: chocolate, café descafeinado, morango e baunilha, cujo o preço ronda os 30€, que a mim parece demasiado elevado tendo em conta a população-alvo mais idosa, muitas vezes com baixíssimas reformas ou pensões. Esta amostra trazia ainda um vale de 5€ a descontar no Meritene mediante a apresentação do Cartão Saúda das Farmácias Portuguesas. Tendo em conta que não tenciono comprar o produto e tenho dois vales, se alguém estiver interessado tenho todo o gosto em oferecê-los.

Já conheciam? Alguma vez provaram?

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Nivea Soft



Lembram-se que há uns tempos mandei vir uma embalagem de Nivea Soft da Primor? Pois tenho andado a testá-la e hoje venho-vos contar tudo.

O creme Nivea sempre fez parte cá de casa. Não este, que é uma novidade relativamente recente, mas aquele mais velhinho, da lata azul. Faz parte das minhas memórias mais distantes, de ver a minha avó aplica-lo no rosto todos os dias. Sempre se recusou a usar outros cremes até há menos de uma década atrás. E seja lá da Nívea seja questão de bons genes, o que é certo é que chegou aos 75 anos sem uma única ruga (Ganhou-as apenas nos últimos 5 anos depois de um AVC e até essas disfarça bem quando quer!). Isto tudo para dizer que sempre tive uma excelente opinião da marca no geral e mais particularmente nos cremes hidratantes.

Já tinha visto várias vezes este Nivea Soft nos supermercados mas confesso que nunca tinha prestado grande atenção, conhecia o Nivea Creme, usava às vezes no corpo e gostava, este apesar do preço ser praticamente a mesma coisa nunca me fez comprá-lo. Até ao dia que andava a passear sites de beleza e leio uma ótima opinião do produto. Decidi mandar vir na encomenda seguinte a ver o que achava.

O Nivea Soft é um creme hidratante como o da lata azul, no entanto esta é uma hidratação intensiva, feita à base do óleo de jojoba e de Vitamina E, para uso diário, indicado para o corpo, rosto e mãos.
Assim que o abri percebi que o cheiro era quase o mesmo daquele que todos estamos habituados na Nivea, talvez não tão intenso e num primeiro toque parecia também muito idêntico. No entanto depois de o passar nas mãos comecei a notar que é na realidade mais hidratante, com a secagem tão ou mais rápida que o outro e sem colar. Desde então tenho usado no corpo e mantenho a opinião inicial, a hidratação é mais profunda e mantêm-se mais tempo, deixa a pele muito suave o dia todo.


Um dos erros que cometi com este creme, no entanto, foi experimentá-lo no rosto. A minha pele é mista com tendência a oleosa, no entanto com o frio por vezes fica muito seca. Há umas semanas atrás apanhei algum vento gelado e notei logo a pele do nariz seca a ponto de escamar. Caí na asneira de passar o Nivea Soft. Realmente hidratou bem, mas foi bem demais porque no dia seguinte tinha imensa oleosidade, com várias borbulhas a nascer, coisa que nunca tinha acontecido com o Nivea Creme. Não foi nada demais, mas aprendi que para o meu rosto não serve, apesar de continuar a adorar o efeito no resto do corpo.

Este creme encontra-se facilmente em todos os hipermercados, onde tenho encontrado apenas em tamanhos de 50 ou 200ml, sendo que este ultimo ronda os 4,50€. No entanto nas lojas online tenho visto também a opção de 100ml e esta que mandei vir de 300ml, que não chegou a 3,80€. Acaba por valer muito bem a diferença em relação aos outros tamanhos.

Costumam usar? Notam grande diferença em relação ao Nivea Creme?

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

O meu Halloween e sugestões de leitura para essa noite


Agora que estamos a menos de duas semanas do Halloween já anda toda a gente eufórica com o dia. E em vez de mais posts de decoração, ideias de maquilhagem ou de disfarces, resolvi fazer algo diferente e contar-vos um pouco da forma como sempre vivi o dia, além de deixar sugestões de leitura para esse fim de semana, que alguns com sorte ainda fazem ponte.

Deixem-me começar por explicar algumas coisas. Há uns 20 anos atrás, quando eu era pequena, o Halloween ainda não era o fenómeno que é atualmente e no meio relativamente pequeno em que vivia tudo isso ainda era encarado na altura como alguma falta de respeito dada a santidade do dia seguinte. Claro que eu e os restantes amigos não queríamos saber disso para nada. Era feriado e tínhamos desculpa para nos mascararmos e andarmos a fazer travessuras à noite (Sim, que isto no meu tempo começávamos a sair à noite aos 16, 17 anos. Apanharmo-nos aos 9, 10, 11 e 12 anos fora de casa até à meia noite nesse dia era um acontecimento!) E as saudades que eu tenho disso!

Tendo passado toda a minha infância e adolescência a viver em frente a um cemitério, habituei-me desde sempre a passear por lá e nunca me meteu a menor confusão lá passar de dia ou de noite. E se havia feriado que eu sempre adorei era este. Talvez porque tive a sorte de, nessa altura, ainda não ter perdido ninguém que me fosse próximo, acredito que o dia não tenha tido até então aquele peso que tem para toda a gente. Para mim era mais divertido passar o dia à janela do que ir ao cinema. E porquê? A janela da minha sala dava mesmo para o portão do cemitério, onde se juntavam vendedoras de flores, voluntários de instituições de caridade, vendedores de guarda-chuvas, até mesmo vendedores de bolos e pipocas a certa altura. E como era giro ir para a janela ver pessoas a regatear, aos berros uns com os outros por causa do estacionamento... mas o mais divertido era quando chegavam as carrinhas dos ciganos, donos de imensas campas e jazigos que mantinham impecavelmente bem tratados. Claro que ficava a rua toda a saber que tinham chegado. Entre gritos, cânticos e choro, eram tudo menos discretos. E isto ainda de manhã, porque a meio do dia lá se chateavam todos e era o fim do mundo, até que lá vinha a policia acabar com o meu filme. Lembro-me que num ano até tiros houve. Numa área residencial em que não acontecia nada o ano todo, não é difícil entender porque é que este dia se tornou rapidamente num dos favoritos, juntamente com a respetiva noite de Halloween.

Claro que com esta chatice de estar a meses de chegar aos 30 já não tenho idade para andar a aterrorizar vizinhos. Mas entre enfarinhar portas, saltar o portão do cemitério para deixar abóboras nas campas , meter plasticina nas campainhas para as fazer tocar a noite toda, ou enfaixar carros em papel higiénico... as saudades que eu tenho do Halloween!

Acredito que a reposição do feriado do Dia de Todos os Santos venha ajudar bastante o lado comercial de tudo isto. Se as crianças não têm aulas no dia seguinte é sempre mais um motivo para os pais deixarem ir aos famosos “Trick or Treat” ou até mesmo a festas temáticas. Mas hoje a minha sugestão é diferente. Para quem, tal como eu, já não tem idade para estas andanças - nem a desculpa de ter filhos para ainda alinhar em algumas coisas – e acaba mesmo por ficar por casa, deixo algumas ideias de leitura apropriada para essa noite:


Dracula de Bram Stocker – Não precisa de qualquer tipo de apresentação. É a história do Conde da Transilvânia, que recebe a visita do solicitador Jonathan Harker, noivo de Mina, para tratar de negócios que acabam por o deixar aterrorizado ainda antes de chegar ao castelo. Claro que depois de lá estar tudo piora e acaba mesmo por ter de lidar com Dracula até depois de regressar a Londres, mas desta vez com a ajuda do Dr. Van Helsing.

Frankenstein de Mary Shelley – Frankenstein é um jovem idealista, que estuda ciências naturais, com especial interesse pela alquimia, que descobre a forma de dar vida a corpos inanimados e acaba por criar um monstro, inicialmente bondoso e gentil que, forçado ao isolamento do resto da sociedade, acaba por se tornar numa criatura cruel com sede de vingança do seu criador. Nunca entendi bem a adoração por esta obra, mas encaixa-se bem no espírito desta altura.

Interview with the Vampire de Anne Rice – Claro que não podia faltar uma sugestão da minha escritora favorita. O Vampiro Louis conta a história dos 200 anos ao jornalista Daniel Molloy, desde que era humano e dono de grandes plantações em Nova Orleães ao seu fatídico encontro com o vampiro Lestat que o torna imortal, com uma descrição completa da vida faustosa que levaram, o encontro da moribunda Claudia, uma criança que transformam em vampira e todas as consequências que isso lhes trouxe.

Spirits of the Dead: Tales and Poems de Edgar Allan Poe – Deixando um pouco os romances de lado, aqui temos uma seleção de contos de personagens envolvidas em situações macabras com resultados aterrorizantes; mas também de poemas soturnos, melancólicos ou de imagens perturbantes da morte e do que se passa depois disso.

Seres Mágicos em Portugal de Vanessa Fidalgo – Esta é uma leitura interessante de histórias e lendas recolhidas de norte a sul de Portugal, passando até pelas ilhas. Está aqui incluído porque fala de seres do nosso imaginário como fadas, duendes, bruxas, mouras encantadas, gigantes, monstros marinhos, lobisomens, demónios, tudo com a devida identificação das fontes.

Mitos e Lendas Celtas na Irlanda de Angélica Varandas – Sendo o Halloween uma antiga tradição celta, achei que nada melhor do que um livro sobre o assunto. Este além de falar um pouco sobre a cultura dos Celtas, foca-se predominantemente nos mitos e lendas, tendo um capítulo dedicado a todo o tipo das chamadas Fadas da Irlanda, que incluem as famosas banshees, os característicos leprechauns, ou o terrível Dullahan, além de fantasmas e animais encantados.

E vocês? Como era o vosso Halloween? E atualmente, o que fazem nessa noite?



*Primeira imagem retirada do Google

domingo, 16 de outubro de 2016

Protetor Térmico Argan Oil

Olá!!

Hoje venho falar de um dos meus produtos favoritos para o cuidado do cabelo, o protetor térmico da Argan Oil.

Como todos sabemos o nosso cabelo passa por imensas agressões diárias, desde o lavar, desembaraçar, elásticos cortantes, poluição, etc, etc... mas sem dúvida que uma das maiores barbaridades que lhe fazemos é o uso de altas temperaturas dos secadores, ferros e placas de alisar. Claro que não há forma de proteger o cabelo a 100% dessas altas temperaturas, mas um bom protetor térmico ajuda imenso.

Durante muito tempo usei o da TréSemmé e gostava bastante, mas uns meses antes do inicio do verão deixei de o ver à venda por aqui e depois de umas semanas de espera sem resultados tive de procurar alternativas. Corri vários blogs e sites a tentar saber que opções tinha, sempre atenta ao fator oleosidade (que no meu caso é um pesadelo!) até que a minha mãe deu-me uma amostra do mesmo que ela usa da Kerastase. Resultado: Uma desgraça! Por muito boa que a marca possa ser, o meu cabelo nunca se deu bem com nada deles, ou seja, a procura continuou até que comecei a ver alguma unanimidade nos blogs sobre o protetor da Argan Oil.

Nunca tinha ouvido falar da marca e depois de alguma pesquisa pouco consegui apurar, exceto que é fabricada no Reino Unido e usa o extrato de óleo de argan de Marrocos em toda a sua gama de produtos, que inclui também champô, amaciador, máscara capilar, spray de hidratação intensiva, gel de banho, sabonete liquido, creme de mãos, tratamento de mãos e pés, manteiga corporal, toalhitas faciais e serum reparador facial. No meio de tanta coisa e ainda de pé atrás com tudo isto, acabei por fazer uma encomenda na Primor em que incluí o protetor de calor e a máscara de cabelo (mas sobre ela falarei outro dia), o preço irrisório dos produtos só ajudou a aumentar a minha desconfiança, mas mesmo assim arrisquei.

O protetor térmico agita-se bem antes de usar no cabelo húmido, aplica-se o spray da a raiz até às pontas e penteia-se bem. Só depois podemos usar o secador ou placa. E se a principio estava reticente da eficácia do produto, depois de experimentar a primeira vez fiquei completamente rendida. Para começar a embalagem é muito prática e tem a particularidade de trazer duas tampas, acho que a grande é só decorativa, mas para quem passa a vida a perder tampas de produtos, é um ponto a favor. Ao aplicar a primeira coisa que se nota é no cheiro doce que eu pessoalmente adorei. Já o efeito vai muito além da expectativa, o cabelo não só fica brilhante como também ganha uma suavidade fora do normal, quando se passa a mão nota-se mesmo que está... fofinho. É a melhor forma para descrever o resultado, porque vai além do sedoso. Ficamos com o cabelo fofinho. Com o uso mais prolongado fui notando que realmente protege dos danos do calor porque o cabelo mantém-se bonito e não noto oleosidade fora do habitual, o que no meu cabelo é um feito histórico. Claro que depois disto nunca mais voltei aos protetores anteriores, mesmo quando reapareceram nas prateleiras dos supermercados. E mais uma vez se prova que o barato nem sempre é uma má opção e neste caso valeu bem a pena.

Estes produtos da Argan Oil penso que não são vendidos em Portugal, no entanto encontra-se facilmente em lojas online como a Primor ou a Fapex, sendo o preço na primeira ainda mais apelativo. O frasco de 150ml custa apenas 1,50€. Não, não estou a brincar, eu disse que era um preço irrisório.

Já conheciam? Alguma vez experimentaram?

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

6 Meses do Blog!


Olá

Hoje o Meu Dolce Far Niente completa 6 meses de existência. Meio ano não é nenhum marco histórico, no entanto é muito mais do que inicialmente acreditei que chegaria. Não estou com isto a dizer que não pensava mantê-lo, mas estava reticente com a ideia. No entanto arrisquei e lancei-me à coisa, até ainda sem saber muito bem o que iria sair daqui. Não sei se já encontrei a voz definitiva do blog, mas gosto do rumo que tem tomado.

Em seis meses tivemos aqui por volta de 50 posts de coisas que gosto, que uso, que visito e algumas que gosto menos, mas que ainda assim foram importantes a ponto de falar sobre elas. Nesses seis meses reuniram-se aqui mais de 150 seguidores, que mais uma vez não é nenhum número espetacular, mas dos quais tenho imenso orgulho. Muitos comentam o blog regularmente, deixam opiniões, incentivos ou até uma simples linha apenas a dizer que leram mas que me deixa feliz, porque é uma forma de saber que o blog tem alguma visibilidade, e interesse suficiente para me darem a conhecer que estão por aqui a ler.

E hoje, o principal foco do post são vocês, todos aqueles que seguem, lêem, comentam, deixam gostos no facebook, etc. É a todos vocês que agradeço o tempo e a atenção e... é a todos vocês que venho pedir um favor.

Digam-me coisas! Estão a gostar do blog? O que é que gostam mais? O que é que gostam menos? O que acham que poderia mudar? O que é que gostariam de ver aqui? Quero o vosso feedback! Não tenham problemas em fazer criticas construtivas, em dar ideias ou até em fazer reclamações. Quero mesmo a vossa opinião para que este espaço possa melhorar.

E obrigada por fazerem parte destes seis meses.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Perfume Chance da Chanel

Agora que já começou o Outono e estamos todos (ou quase todos!) desejosos do regresso do frio, já fui buscar alguns produtos que uso exclusivamente nesta época, entre eles os perfumes. Um dos primeiros posts aqui do blog foi precisamente sobre o meu perfume favorito. Lembram-se? Pois hoje trago-vos um outro que também gosto bastante, porque andar todos os dias com a mesma fragrância torna-se repetitivo e acaba por enjoar um pouco, por muito que goste delas. Assim sendo, apresento-vos o Chance da Chanel.

Acho que a Chanel não precisa de qualquer tipo de apresentação. É a marca que pessoalmente considero a rainha da perfumaria, criadora de fragrâncias fortes e intemporais, como o famoso N. 5, que apesar de não ser fã respeito a sua fama. Já o Chance Eau de Parfum é um daqueles perfumes fortes, quentes e marcantes como eu adoro. Tem como base o almíscar branco, patchouli e ambar com aroeira-salsa, jacinto e jasmim, que lhe dá um toque floral, meio abaunilhado, que para mim o torna perfeito.

Para mim os perfumes são muito pessoais, não consigo experimentar vários como faço com quase todos os outros produtos de beleza ou higiene. Dizem que a memória olfativa é a mais desenvolvida e no meu caso é isso mesmo que acontece. Todos os meus perfumes estão associados a uma memória especifica e por muito que os use em outras situações continuo sempre a associar à memória inicial. Não sei se isto é normal ou não, mas se tiverem opinião sobre o assunto já agora digam qualquer coisa. Para mim o Chance remete-me logo para o Natal de 2007, para o album que andava em repeat no meu cérebro na altura e para o livro que andava a ler. Quase 10 anos depois já comprei e já me ofereceram vários frascos, já o usei em diversas ocasiões importantes, no entanto sempre que o cheiro volto de imediato a 2007 e não a nenhuma memória mais recente, tão boas quanto essa. Estranho...


O Chance existe em Eau de Parfum, Eau de Toilette, Eau Tendre, Eau Fraiche, em leite corporal, em creme, em perfume para cabelo, em desodorizante, em gel de banho, em spray de corpo... e se procurarem mais um bocadinho ainda encontram mais uns tantos. Encontra-se facilmente em perfumarias e lojas online. E a única coisa péssima sobre ele é mesmo o preço. Uso quase sempre o Eau de Parfum de 100ml que anda por volta dos 120€, não é um preço simpático no entanto acho que vale cada cêntimo e acaba por compensar bastante quando comparado com os outros tamanhos.

Conhecem o perfume?
Quais são os vossos favoritos?

domingo, 2 de outubro de 2016

Reviewer Convidado: The Not so Girly Girl

Olá!

Com primeiro fim de semana mês já sabem que chega também a nova rubrica, O Reviewer Convidado. A nossa reviewer do mês de Outubro é a autora do blog The Not So Girly Girl que nos traz a sua opinião sobre o body moisturizer Spray&Go da Vasenol.



Eu tenho noção que este isto não é um produto novo, e que muito provavelmente já o experimentaram, mas para mim é uma novidade! Sim, já li várias reviews sobre este produto, com diferentes opiniões, mas até agora não tinha sentido curiosidade de o experimentar. Para ser sincera, não estava a ver utilidade nisto. Mas a verdade é que fiquei muito surpreendida!

Eu tenho uma vida agitada e ando sempre ocupada. E ainda por cima sou muito impaciente -- odeio fazer alguma coisa que demore mais do que 5 minutos! Não tenho tempo ou paciência. Mas, não consigo viver sem o meu querido hidratante. Todos os dias, depois do banho, perco tempo a por hidratante em todos os centímetros do meu corpo.
Em Agosto, fui passar uns dias ao Algarve. Fui à praia, relaxei, apanhei sol. Mas como sou uma cabeça no ar – e com a minha mania do pack-light -- esqueci-me de levar montes de coisas, incluindo hidratante. Ia tendo um ataque de pânico, a sério. Pronto, tive de ir ao supermercado mais próximo comprar qualquer coisa. O meu único request era que somehow tivesse Aloé Vera, porque como sabem, aloé é excelente para queimaduras solares. Quando vi isto, esta latinha verdinha  na prateleira do supermercado, achei que era altura perfeita para finalmente experimentar. E ainda bem que o fiz, porque estou a adorar!

É mesmo excelente. É super fácil e rápido de aplicar. Tal como o nome indica, basta aplicar pelo corpo todo. Basta apenas espalhar um pouco, para a aplicação ser mais uniforme e já está! Não é sticky, é absorvido super rápido, cheira super bem e é muito, muito leve na pele. Demora literalmente 2 minutos a aplicar! O poder hidratante não é o melhor – comparado com outros hidratantes que costumo usar -- mas é bastante bom! A minha pele fica suave e macia, e é isso que importa!

A única coisa menos positiva que tenho a mencionar é o preço. Acho que é caro e que – por ser em spray -- desperdiça-se mais produto. E para ser sincera, antes de experimentar estava convencida que era um desperdício de dinheiro, e que não era assim tão mais prático. Mas a verdade é que vale todos os cêntimos.



Que acham? Continuam a gostar da rubrica?
Muito obrigada thenotsogirlygirl por te propores ao desafio.